Indústria extractiva discutida em livro de António Niquice

O antigo Presidente da República e patrono da Universidade Joaquim Chissano desafia os moçambicanos a apostarem na transformação progressiva dos recursos humanos como estratégia para viabilizar a exploração sustentável dos recursos minerais e gerar o capital necessário para financiar projectos de desenvolvimento do pais.

Intervindo há instantes no lançamento da obra “Indústria extractiva em Africa: bênção ou maldição”, da autoria do político e investigador, Antonio Niquice, Chissano fez um relance por um passado recente, enquanto Chefe de Estado, quando pela primeira vez se assumiu oficialmente a ocorrência de hidrocarbonetos no país, para lançar o repto aos jovens estudantes, docentes e investigadores das universidades, no sentido de usarem o conhecimento até aqui produzido, para viabilizar a exploração dos recursos naturais abundantes em Moçambique. Segundo Chissano, tais recursos continuarão reduzidos a mero potencial, enquanto não forem explorados e transformados em riqueza capaz de transformar a vida dos moçambicanos.
A obra é um documento de consulta que resulta de um trabalho de pesquisa científica liderado por António Niquice, que exalta o lado abençoado da indústria extrativa em Moçambique, sobrepondo-se aos riscos de maldição de que há exemplos um pouco por todo o mundo.
Niquice assenta o seu optimismo no facto de acreditar que o pais tem potencial para fazer melhor e diferente na complexa cruzada de exploração dos recursos naturais em Moçambique.
Em Moçambique, a indústria extractiva traduz-se, fundamentalmente, na extração de areias pesadas, carvão mineral e gás natural.

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