Virgílio Sitole fala da história da dança no Brasil

O COREÓGRAFO e professor de dança moçambicano Virgílio Sitole participa, de hoje a sábado, na 3.ª Edição do Seminário de História(s) de Dança(s), a realizar-se na cidade de Goiânia, Brasil.

Para este seminário, Sitole leva o tema “Sonoridades Corporais: diálogos teórico-práticos no ensino da dança em Moçambique”, para partilhar as experiências e os modelos actuais do processo de ensino-aprendizagem em história das danças tradicionais nas escolas e em grupos culturais independentes.

O coreógrafo moçambicano junta-se a uma equipa de pesquisadores do Brasil, Colômbia, Argentina, Finlândia, China, Barbados e Itália para debaterem e compartilharem metodologias sobre o ensino-aprendizagem em história da dança.

“Trata-se de um evento académico dedicado à reflexão sobre assuntos da área de estudos de história da dança. Para esta terceira edição, a temática central é: Repensando pedagogias para o ensino de história (s) de dança (s): conteúdos, métodos e currículos”, refere uma nota.

O artista multifacetado participa no evento a convite da Escola de Música e Artes Cénicas da Universidade Federal de Goiás, com apoio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás.

Esta é a segunda participação do coreógrafo moçambicano. A primeira foi em 2021, que devido a pandemia da Covid-19, decorreu de forma virtual sob o lema “Quais as especificidades de pensar e fazer historiografias da dança em lugares que passaram pelo processo colonial na condição de colónias?”

Virgílio Sitole, para além de professor de dança e coreógrafo, é bailarino, produtor, pesquisador, escritor e artista plástico, tendo exposto a sua primeira exposição individual em Agosto último. Espera lançar dois livros inéditos no próximo mês de Novembro.

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