O Estado foi lesado em 3,2 mil milhões de meticais por práticas corruptivas, ao mesmo tempo que apreendeu apenas 581.130,00 meticais ao longo do primeiro semestre, em todo o país.
As actividades em causa resultam da intervenção oficiosa do Ministério Público, denúncias recebidas, assim como da articulação e colaboração de várias instituições públicas e privadas na apresentação de informações relevantes.
A informação foi partilhada ontem, em Maputo, pelo porta-voz do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), Romualdo Johnam, em conferência de imprensa convocada para fazer o balanço das actividades dos primeiros seis meses.
O porta-voz indicou que o Tribunal Administrativo, Inspecção-Geral de Finanças, Inspecção-Geral da Administração Pública, Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM), Comissão de Recepção e Verificação de Bens da Procuradoria e inspecções sectoriais contribuíram, igualmente, para a realização destas acções.