Os Estados Unidos da América saíram ontem oficialmente da Organização Mundial da Saúde (OMS), recusando-se pagar uma dívida de 260 milhões de dólares.
Em 2025, Presidente dos EUA, Donald Trump, já havia manifestado a intenção da saída do país da OMS e, conforme as leis locais, o país deve avisar com um ano de antecedência e pagar todas as taxas pendentes antes de sair.
A OMS reduziu sua equipe de gestão pela metade, cortou orçamentos em várias áreas e deve demitir um quarto de seus funcionários até meados deste ano.
Um funcionário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos sublinhou nesta sexta-feira à imprensa que os Estados Unidos pagaram até 25 por cento do orçamento da OMS, sem que a organização tenha tido um director-geral norte-americano, e alegou que a própria agência privilegiava outros países que contribuíam menos.
EUA saem oficialmente da OMS
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