“Queremos que sejam líderes que vão gerar mudanças impactantes, líderes que não se limitam a exercer autoridade, mas que conseguem inspirar e orientar os outros. Queremos líderes que conseguem decidir em circunstâncias difíceis. Queremos líderes que assumam a responsabilidade pelos sucessos, mas principalmente pelos fracassos da instituição”. Foi assim que o Presidente da Rapública, Daniel Chapo se dirigiu aos oficiais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), da Polícia da República de Moçambique (PRM) e do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), hoje patenteados.
Trata-se do coronel Francisco Macandza, promovido ao posto de brigadeiro, Victor José Raimundo Novela, promovido à patente de primeiro-adjunto do comissário da Polícia na classe de comissários, Emília Joaquim Celestino de Matos e Isaque Gabriel Nhacassane, que passam a patente de primeiro-adjunto de comissário da Guarda Penitenciária.
“Os melhores comandantes não são necessariamente aqueles que mais ordenam. São os que conseguem conquistar a confiança dos seus subordinados através da competência, da integridade, da responsabilidade, da coragem e da justiça. É essa liderança que Moçambique espera em cada um dos patenteados hoje. É essa liderança que fortalecerá as nossas instituições. É este tipo de liderança que vai produzir resultados concretos para o benefício do Estado moçambicano”, orientou o estadista.
“Por isso, os moçambicanos não estão à espera de justificações, se os empossados de hoje encontrarem dificuldades nos sectores onde vão trabalhar. Esperam respostas e soluções que vão produzir resultados palpáveis. Esperam criatividade para dar a volta por cima a qualquer dificuldade que surgir”, reforçou Chapo.
Fotos: Presidência da República