O livro “TSEVELE: Epistemologias da Moçambicanidade” desafia os moçambicanos a assumirem o dever de produzir conhecimento sobre aquilo que vivem, segundo afirmou hoje, o apresentador do livro, professor Severino Ngoenha.
Falando na cerimónia de lançamento da obra, na Escola de Comunicação e Artes, Ngoenha explicou que a obra não é uma monografia homogénea, e a sua unidade não está nos quatro eixos – artes e tradições, saberes e práticas, espaço e monumentos, gastronomia e plantas.
Segundo o filósofo, a homogeneidade do livro está na reivindicação central de que a África tem sido dita e interpretada de forma exógena, e que cabe agora aos africanos e moçambicanos serem os principais hermeneutas, ou seja, intérpretes, das suas práticas culturais.Legenda: Severino Ngoenha, apresentador da obra