A reabilitação da Estrada Nacional Número Sete (N7), no troço Moatize/Zóbuè, que se encontra em avançado estado de degradação, apesar de ter sido concessionada à operadora Estradas do Zambeze, tarda em acontecer devido a uma demora de um ano e meio na assinatura das adendas ao contrato e na obtenção do correspondente visto do Tribunal Administrativo.
A explicação foi dada sexta-feira, na cidade de Tete, pelo director da Estradas do Zambeze, António Cunha, quando chamado a esclarecer as razões da degradação daquela via, durante a VII sessão ordinária do Conselho dos Serviços de Representação do Estado. Refira-se que a estrada é crucial para o país, pois faz parte do corredor que liga o Malawi ao Porto da Beira, além de ligar a capital provincial a vários distritos da província.
“Estamos ainda a trabalhar no troço cidade de Tete/Changara. Não fosse esse atraso, já estaríamos nos cinco meses de obra do lado Moatize/Zóbuè. Percebemos as reclamações, mas, neste momento, estamos a cumprir com o contrato e o calendário nele estabelecido, que prevê a intervenção nesta área a partir de Agosto de 2028”, concluiu.


