Sérgio Carimo
DECORRE, desde o mês passado, a manutenção de rotina em toda a rede viária da província do Niassa, com destaque para os troços que foram afectados pelas chuvas. A meta é garantir a transitabilidade que se considera razoável para melhor nos próximos tempos.
Clidson Macaza, delegado da Administração Nacional de Estradas (ANE) no Niassa, que facultou estes dados ao “Notícias”, explicou que, na província, durante a época chuvosa 2025-2026, foram afectados 1283 quilómetros de estradas, sobretudo nas estradas de terra batida.
Entretanto, a ANE, através de empreiteiros locais, respondeu a quaisquer eventualidades ocorridas nas infra-estruturas de toda a rede viária.
O delegado abordou ao detalhe o estágio actual das obras de asfaltagem do troço entre Cuamba, na província do Niassa, e Malema, em Nampula, numa extensão de 35 quilómetros, tendo dito que, neste momento, o empreiteiro está focado na construção de aterros de grande vulto e sistemas de drenagem, para além de aquedutos, pontões e pontes.
A seguir, o leitor poderá encontrar partes mais importantes da entrevista concedida pelo delegado da ANE no Niassa, Clidson Macaza, ao “Notícias”.
NOTÍCIAS (Not.): A delegação da ANE foi modernizada. Qual é o impacto desta intervenção no sector?
Clidson Macaza (C.M.): Primeiro, isso dá um novo visual à cidade de Lichinga, por se tratar de um edifício moderno e imponente, acima de tudo, conferindo mais facilidade ao trabalho. Este edifício é mais amplo, alberga o laboratório aqui dentro das nossas instalações, facilitando a comunicação entre a parte técnica e a burocrática.
Not.: Poderia elaborar mais um pouco sobre a essência deste laboratório de materiais de construção?