Um posto de saúde móvel montado na rua 21, em Hulene, entregue aos moradores, na esperança de trazer um atendimento mais humano para comunidade, continua sem funcionar devido à desavenças entre congregações religiosas.
O espaço foi instalado por uma entidade cristã, mas uma outra que o utilizava para orações reivindicou a titularidade, impedindo desse modo o seu uso, deixando mais de 73 mil pessoas dependentes de apenas duas salas.
O secretário do bairro, Daniel Chemane, mostra-se indignado com a situação. No seu entender, as igrejas devem promover o bem da comunidade, e o funcionamento do posto seria uma manifestação concreta desse princípio.