PRM diz que não vai tolerar corrupção envolvendo agentes de trânsito

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gaza não vai tolerar actos de corrupção praticados por agentes afectos à fiscalização rodoviária, defendendo o reforço dos mecanismos de controlo interno para garantir maior transparência e credibilidade na actuação da corporação.
A posição foi manifestada pelo comandante provincial da PRM, Camal Nhamatate, durante o lançamento das 34.ª Jornadas Nacionais de Trânsito.
Na ocasião, Nhamatate afirmou que a iniciativa representa um compromisso colectivo para a preservação da vida humana, através da promoção da segurança rodoviária e adopção de comportamentos responsáveis por parte de todos os utentes da via pública.
Neste contexto, a Polícia prevê intensificar as acções de sensibilização dirigidas a automobilistas e peões, visando incentivar uma condução defensiva e o cumprimento das normas de trânsito.
Ao nível da fiscalização, a corporação promete reforçar o controlo do estado técnico das viaturas e da habilitação legal dos condutores. Nhamatate manifestou preocupação com o número crescente de cidadãos que conduzem sem carta de condução e daqueles que circulam sob efeito de bebidas alcoólicas.
Segundo dados avançados na cerimónia, mais de 100 condutores ilegais foram identificados na província no mês passado, situação que as autoridades consideram preocupante e que exige uma actuação mais firme dos agentes da Polícia de Trânsito.
A fonte sublinhou que as operações de fiscalização não se deverão limitar ao período das jornadas, devendo prosseguir de forma permanente para garantir disciplina e segurança nas estradas.
No combate à corrupção, o comandante provincial defendeu uma actuação rigorosa contra quaisquer práticas ilícitas envolvendo membros da corporação.
“Tolerância zero para práticas ilícitas envolvendo agentes responsáveis pela fiscalização rodoviária. Os serviços de inspecção devem reforçar o controlo sobre a actuação dos efectivos colocados nas estradas”, afirmou.

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