Hip-hop destaca feitos da mulher moçambicana

DESTACAR os feitos da mulher moçambicana nas artes, cultura e outros sectores socioeconómicos é objectivo do espectáculo “Kapulana Hip-Hop”, da cantora Iveth e banda As Marias.

O concerto, que decorre hoje no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, visa homenagear as cantoras moçambicanas que se dedicam ao estilo hip-hop, nos seus diferentes sub-géneros. 

Acompanhada das cantoras Gina Pepa, Jazz P, Onésia Muholove e Sistah Afrika, o evento encerra as celebrações do mês internacional da mulher do CCFM, que inclui espectáculos culturais e debates sobre o empoderamento feminino no país.

Antecede igualmente as comemorações, no domingo, do 7 de Abril, Dia da Mulher Moçambicana. 

Iveth é uma cantora moçambicana de hip-hop nascida em 1985, na cidade de Maputo. É formada em Direito, trabalhando igualmente como advogada na Liga Moçambicana dos Direitos Humanos e docente na Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e no Instituto Superior de Ciências e Tecnologias de Moçambique (ISCTEM).

Começou a carreira oficialmente em 2001 no grupo “The Beat Crew” e seguiu a trajectória a solo em 2005, ganhando a aclamação para o seu single de estreia “Erga-te e Seja Feliz”. Em 2007 juntou-se ao grupo Cotonete Records, onde editou o número “Amiga” e mais tarde, em 2010, o primeiro álbum “O Convite”.

Por outro lado, As Marias é uma banda composta por artistas que lutam pelos direitos da mulher, empoderamento feminino e pela igualdade de género. Com seis integrantes, elas formam a primeira banda feminina da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane (ECA-UEM) e têm um repertório que abraça a diversidade da cultura moçambicana, partindo do tradicional ao moderno.

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