“Rapper” Plutónio regressa às origens

O “RAPPER” luso-moçambicano Plutónio escreveu recentemente mais um capítulo na sua carreira, ao actuar para uma plateia esgotada em Lisboa, conquistando assim a sua marca no panorama musical.

O artista aproveitou a ocasião para revisitar as suas origens. Celebrou o sucesso da sua carreira e homenageou aqueles que o apoiaram ao longo do seu percurso. Fez questão de expressar a importância do momento, que não só simbolizava o seu crescimento enquanto artista, mas também uma afirmação das suas raízes moçambicanas no coração de Lisboa.

O concerto surge depois de o “rapper” ter conquistado um feito histórico no ano passado, ao alcançar o título de disco mais ouvido de um artista luso-moçambicano num só dia no Spotify, com o lançamento do álbum “Carta de Alforria.” O sucesso nas plataformas destreaming” tem reflectido o crescente reconhecimento de Plutónio, uma das figuras mais influentes do rap lusófono.

Nascido João Ricardo Azevedo Colaço em 1985, Plutónio iniciou o seu percurso musical na década de 2000, quando se juntou aos “rappers” Atómico e Jamaica, formando o grupo “Atóxicos”. Em 2001, destacou-se ao participar em “mixtapes” importantes do rap português, como a “Mixtape Dj Sinistro Freestyle”, Vol. 1, e a “Mixtape Radiotividade 1.”

O seu primeiro álbum de estúdio, “Histórias da Minha Life”, lançado em 2013, consolidou ainda mais a sua carreira, apresentando uma sonoridade única e contando com a participação de artistas de renome como Apollo G, Dillaz, Ne Jah e Mama Grace.

Hoje é considerado um dos maiores embaixadores da música moçambicana e lusófona, levando a sua voz e o seu talento ao mundo.

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