O Presidente da Comissão Executiva da Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte, Jacinto Loureiro, defende maior participação das comunidades na definição de estratégias de prevenção do extremismo violento, considerando que os conhecimentos e experiências locais são fundamentais para enfrentar crises e reforçar a coesão social.
“Não podemos desenhar soluções para as comunidades sem ouvir as comunidades”, afirmou Loureiro, destacando que a população afectada deve deixar de ser vista apenas como beneficiária dos projectos e passar a assumir o papel de parceira activa na prevenção do extremismo violento.
O responsável falava hoje, em Pemba, na abertura de um workshop de três dias da Comunidade Nacional de Práticas, que reúne representantes do Governo, organizações da sociedade civil, parceiros de desenvolvimento e outros actores ligados à prevenção do extremismo violento e ao fortalecimento da resiliência comunitária no Norte do país.
A iniciativa decorre no âmbito da parceria entre o Governo e o Fundo Global de Engajamento e Resiliência Comunitária (GCERF), sendo coordenada pela Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN).