Viaturas particulares e carrinhas de caixa aberta ou de carga estão a ser utilizadas para o transporte de passageiros na província de Inhambane, facto que está a minimizar a falta de transporte (chapas) decorrente da greve. Pelo segundo dia consecutivo, os “chapeiros” reivindicam o reajuste das tarifas após o aumento do preço dos combustíveis.
Muitas pessoas dependem da boa-vontade de particulares ou recorrem a viaturas de caixa aberta para chegarem aos seus postos de trabalho, unidades sanitárias e escolas, sobretudo os alunos que se encontram em período de avaliações. Os que não conseguem boleias são obrigados a percorrer longas distâncias a pé.
Os grevistas insistem que só irão retomar as actividades após o reajuste do preço de viagem.
Devido à paralisação, regista-se um fraco movimento nos principais centros urbanos da província de Inhambane e, por conseguinte, as actividades dos sectores formal e informal decorrem de forma condicionada.
INHAMBANE: Viaturas particulares minimizam falta de “chapas”
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