Pelo menos 55 falsos curandeiros que usavam indevidamente o nome da Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique (AMETRAMO) foram neutralizados este ano no Niassa e esperam ser responsabilizados pelos seus actos.
A agremiação diz que os visados não membros da AMETRAMO e actuam de forma clandestina. Sanudia Chaibo, presidente da AMETRAMO, no Niassa, afirmou que os falsos médicos tradicionais sempre têm estipulado valores altos aos seus clientes antes de trata-los e alegam ter capacidade de tratar doenças incuráveis.
Ademais, os mesmos, muitas das vezes criam desavenças familiares devido às acusações de feitiçaria que têm promovido. ‘‘Eles anda a fazer confusão nas famílias, as pessoas matam os avôs, os tios, por causa de engano dos médicos tradicionais falsos. O verdadeiro médico não precisa falar muita coisa, após o tratamento, o paciente é que agradece, mas os falsos médicos tradicionais andam com pastas na rua e cobram dinheiro antes de tratar,’’ anotou.


