DOMINGOS NHAÚLE
OS delegados à XI Conferência Nacional de Quadros do partido Frelimo consideram que a reunião serviu para o relançamento da imagem desta formação política junto do povo, bem como para o resgate dos valores intrínsecos, nomeadamente, coesão e união no seio dos membros, militantes e simpatizantes. Destacam que se tratou do culminar de um evento iniciado a 15 de Janeiro último na célula, tendo depois passado para os comités de círculo, zona, distrito, cidade, província e que ontem se fez a síntese das principais constatações a serem submetidas ao crivo do Comité Central que se reúne a partir de quarta-feira na mesma tenda gigante que acolheu a conferência.
Traçadas linhas para boa governação
O MEMBRO do Comité Central e delegado pela província anfitriã, Amílcar Hussein, faz um balanço positivo desta conferência por, no seu entender, ter definido as linhas gerais que poderão nortear a governação nos próximos 30 a 40 anos.
Justifica a sua convicção com o facto de o presidente da Frelimo, Daniel Chapo, estar a trazer uma nova visão daquilo que se pretende seja Moçambique nos próximos tempos ao destacar como desafio principal a conquista da independência económica.
“Então, nós todos, os moçambicanos, temos de acreditar, confiar na visão, determinação e perspectiva do Presidente Chapo, que deixou claro que o combate à corrupção tem de ser realidade e tolerância zero aos corruptos”, refere.
Explica que, mais do que combater a corrupção, é necessário defender a paz no sentido de envidar esforços para a independência económica. “São duas coisas que devem andar ao mesmo tempo. Onde há paz tem de haver independência económica, onde há independência económica tem de haver paz. As duas coisas andam juntas, nunca andam separadas”, frisa.